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A chinesa Li Zhengqin, 48 anos, de Jiangsu, leste da China, foi presa, em abril de 2015, por ter chicoteado o filho adotivo de 9. O motivo alegado por ela para o castigo brutal chocou o país tanto quanto a crueldade da surra: Li disse que bateu na criança com uma corda de pular porque ele não fez a lição de casa.

O garoto ficou com 150 marcas de feridas pelo corpo. Julgada em outubro de 2015, Li foi condenada a seis meses de prisão, causando revolta no país. A chinesa foi solta esta semana, e o caso voltou a provocar indignação na China.

Foto: Reprodução (Shangaiist
Foto: Reprodução (Shangaiist

O caso ganhou as manchetes de jornal do mundo todo. E voltou à tona na última segunda (14), quando Li deixou a prisão. “Essa monstra não pode ficar solta”, escreveram vários usuários das redes sociais chinesas.

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“Vai bater de novo no menino. É uma bruxa, uma maníaca”, xingaram outros. “Ela pegou uma pena muito leve”, questionaram dezenas de usuários das redes sociais. “Como uma mãe biológica recebe a que adotou seu filho com tanta alegria e emoção”, afirmou um usuário. O tom era de revolta com a decisão da Justiça chinesa.

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