Vereadores em votação ao PCCS de Rondonópolis no dia de hoje - Foto: Ronaldo Teixeira / AGORAMT
Vereadores em votação ao PCCS de Rondonópolis no dia de hoje – Foto: Ronaldo Teixeira / AGORAMT

Em uma sessão extraordinária que aconteceu às 9h nesta quinta-feira (24) na Câmara Municipal foi discutido as 40 emendas do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) dos servidores municipais de Rondonópolis (MT) que foram vetadas pelo Poder Executivo das mais de 100 realizadas pelos vereadores. Na Câmara compareceram diversos servidores do município.

Das 40 emendas vetadas pelo prefeito, os vereadores mantiveram 16. Para o vereador Ibrahim Zaher, alguns dos vetos foram mantidos, pois causaria um dano ao financeiro do município, sendo que para ele nove das emendas causariam um impacto de R$17 milhões ao ano para a Prefeitura.

Galeria da Câmara ficou lotada com os servidores do Município de Rondonópolis - Foto: Ronaldo Teixeira / AGORAMT
Galeria da Câmara ficou lotada com os servidores do Município de Rondonópolis – Foto: Ronaldo Teixeira / AGORAMT

Uma dessas é o caso do veto 12 que foi mantido, nele o salário dos procuradores dobrariam, tendo um aumento de R$ 3,500.

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Já em outros casos, como as ementas que tratava do Mercosul, foram mantidas, onde alguns deles causariam um dano financeiro. Dos nove vetos mais preocupantes cinco foram mantidos, que de acordo com o vereador diminuiu o dano em 70%.

Em uma das ementas que foi mantido o veto, causou revolta nos servidores que presenciaram a votação. A emenda visava ser permitido no plano de carreira dos profissionais a legalização dos mestrados e doutorados realizados fora do Brasil. Com 15 votos a favor do veto e cinco contra, foi mantido o veto e continuará a ser permitido apenas os cursos aprovados pelo MEC.

Porém outros 12 vetos da Educação foram derrubados e o que já estava estabelecido nos PCCS foram mantidos.

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Vereadores Reginaldo e Ibrain Zaher - Foto: Ronaldo Teixeira / AGORAMT
Vereadores Reginaldo e Ibrain Zaher – Foto: Ronaldo Teixeira / AGORAMT

Segundo Ibrahim a votação foi satisfatória, “Nós realizamos várias reuniões, com a comissão do PCCS, onde foi falado do impacto financeiro e das necessidades dos servidores. Acho que após essa votação deixamos o PCCS equilibrado, onde não irá prejudicar nem a Prefeitura nem os servidores”, concluiu o vereador sobre a votação.

A sessão acabou por volta das 11h30 após todos os 40 vetos serem colocados em votação.

 

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