Chega de exploração animal.

Depois do Peru, Bolívia, Grécia, Holanda, Colômbia, Eslovênia e o Paraguai, agora foi a vez do Irã seguir a tendência e proibir o uso de animais em circos.

Foto: Reprodução/Alex Kravastev – Flickr
Foto: Reprodução/Alex Kravastev – Flickr

O Ministério do Meio Ambiente do Irã declarou que não vai mais permitir a exploração dos animais em circos.

O país proibiu os atos que exploram a vida selvagem em todos os trinta e um estados, segundo matéria da One Green Planet.

A vitória é resultado da campanha “Não ao circo!”, lançada pelo grupo Animal Rights Watch em setembro de 2014 e apoiada pela Animal Defenders International, mobilizando seis mil ativistas.

A iniciativa levou treze circos a libertarem os animais em apenas quatro meses.

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Proibindo a exploração animal em circos, o Irã está tomando partido contra a crueldade animal, em nome do entretenimento e inspirando outros países.

Até o famoso Ringling Bros., que sempre lutou para manter seus espetáculos cruéis com elefantes, deverá suspendê-los em maio de 2016 devido à pressão.

Enquanto todos os animais não forem libertados do picadeiro, a melhor forma de combater a violação dos direitos animais é não apoiar circos que os exploram.

Pra quem não sabe, elefantes, leões, tigres, entre outros, passam a vida sendo abusados, confinados e submetidos a treinamentos cruéis nos circos.

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