Jiu-jitsu - Foto: Junior Martins
Jiu-jitsu – Foto: Junior Martins

Cerca de 180 lutadores mato-grossenses partem nesta semana para o Campeonato Brasileiro de Jiu-jitsu 2016, organizado pela Confederação Brasileira de Jiu-jitsu (CBJJ), que ocorrerá de 27 de abril até primeiro de maio, no Ginásio Poliesportivo José Corrêa, na rodovia Castelo Branco, em Barueri (SP). O evento, que agrega experiência ímpar para a carreira dos atletas, contará com a participação de quase 5 mil competidores de todos os rincões do país.

O presidente da Federação Mato-grossense de Jiu-jitsu e Lutas Associadas (FMTJJLA), Francisco José Pessoa Fernandes, o Chicão, menciona três cuiabanos que trouxeram medalhas de prata para Mato Grosso em 2015, Luzia Fernandes, Lukas Andrade e Felipe Maciel. E, segundo ele, a preparação física e técnica vem desde janeiro com o objetivo de superar o resultado do ano anterior. Para ele, a expectativa é de trazer mais medalhas e até um ouro.

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“Treinos específicos visando este brasileiro começaram no início do ano. Mas alguns lutadores nossos praticam jiu-jitsu desde os cinco e seis anos de idade. Ou seja, independente do campeonato, eles sempre estão focados e em constante desenvolvimento. Garotos de 16 e 17 anos, como Guilherme Carvalho e Josiel de Oliveira, já tem bagagem de uma década de treinos nas costas. Então nós acreditamos que é possível subir ao pódio”, diz Chicão.

A Academia Maldonado Team inscreveu 121 lutadores da equipe Zenith BJJ e, dentre eles, está Kaike Angelim, um faixa azul de 22 anos, meio pesado (88,3kg), com dois anos de prática intensa de jiu-jitsu. Segundo ele, que vive profissionalmente como desportista e instrutor em academia, a expectativa é de vitória. Angelim confia no treino do mestre Rillei Maldonado e do grupo de apoio com preparador físico e nutricionista.

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“Estou em fase de preparação desde o ano passado, quando participei do Sul Americano e fui campeão mato-grossense. E intensifiquei os treinos em março deste ano, quando competi e fui campeão em Rondônia. Tenho um jogo bem versátil. Gosto de lutar no ponto mais fraco do oponente. Se perceber que ele é guardeiro, farei guarda. Se ver que ele é passador, vou querer as costas dele no chão. Acredito que a vitória será consequência da dedicação”, disse Kaike.

 

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