Foto: reprodução
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Os três senadores de Mato Grosso votaram à favor pela abertura do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). O primeiro a falar foi o senador José Medeiros (PSD) que destacou no seu discurso que um presidente não tem o direito de fazer o quer.

“Dizer que 54 milhões de votos dão legitimidade à presidente para fazer o que quiser não é verdade. Ela está debaixo do guarda-chuva legal deste país, que tem no ápice a Constituição Federal”, afirmou Medeiros.

Já Wellington Fagundes (PR) que sempre teve cautela ao falar sobre o impeachment e demostrava que era contra, resolveu aderir ao pedido da maioria e voltou a favor. “Vi o país já enfrentar crises políticas e econômicas, mas nunca duas ao mesmo tempo. O Brasil precisa da reforma política, a mãe de todas as reformas. Que essa experiência sirva para aprimorar e fortalecer nossas instituições”, falou em seu discurso.

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Blairo Maggi (PP) quis deixar claro que sempre foi a favor do processo. “Eu sempre defendi a votação de um impeachment porque tínhamos um cadáver insepulto, que não deixava o país andar. Estamos aqui por causa da conta que não fechou. A economia descambou. Se não há quem compre, não há quem venda, e os Estados se afundam”, alegou.

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