O Ministério Público Federal (MPF) de Rondonópolis instaurou um procedimento visando a quebra de sigilo dos dados do aplicativo Whatsapp. O MPF relatou essa semana que o sistema de “criptografia de ponta-a-ponta” atrapalha as investigações policiais, pois é impossível qualquer tipo de interceptação.

O MPF cita no processo que “é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal”.

Hoje o aplicativo é utilizado diariamente por 70% da população brasileira e segundo Mark Zuckerberg, o objetivo é transformar o aplicativo em “primeira necessidade” e fazer com que o WhatsApp seja a maior plataforma global do mundo.

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Entretanto, para os representante do aplicativos, que estiveram nessa segunda-feira (02) em Brasília para barrar uma CPI dos Crimes Cibernéticos, o Brasil se tornou um “ambiente hostil” para o aplicativo, ele não dá lucro e tampouco atrai publicidade e com as diversas reclamações da justiça perante o aplicativo pode comprometer o negócio no longo prazo.

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