Quadrilha assalta agência bancária e faz dois taxista de reféns em Sonora - Foto: Você repórter
Quadrilha assalta agência bancária e faz dois taxista de reféns em Sonora – Foto: Você repórter

Em trabalho conjunto da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso com a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul foi preso, na manhã de hoje (03), em Poconé (104 km ao Sul de Cuiabá), um dos envolvidos no roubo ao Banco do Brasil de Sonora (MS). Na ação, outros dois homens e uma mulher foram detidos e uma arma de fogo apreendida.

As diligências iniciaram na noite de segunda-feira (02), após a Delegacia de Polícia de Poconé ser acionada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), solicitando levantamento de informações referentes a um indivíduo procurado.

O suspeito teve o mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul, após participar de roubo em uma agência do Banco do Brasil da cidade de Sonora (a 365 km de Campo Grande), onde dez homens armados com fuzil explodiram o banco e subtraíram aproximadamente R$ 1 milhão.

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Na ação criminosa, os suspeitos fizeram dois taxistas como reféns, que depois foram liberados. Dois veículos usados pela quadrilha também foram abandonados em um canavial. Sendo um automóvel Onix e um Fiat Strada, ambos com registro de roubo ocorridos no Estado de Mato Grosso, respectivamente nos municípios de Nossa Senhora do Livramento e Várzea Grande.

Durante as investigações, os policiais civis de Poconé identificaram o procurado pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, em uma casa no bairro Santa Tereza. Na residência havia várias pessoas, e em buscas foi localizada uma espingarda calibre 28, e uma maquina fotográfica, ambas sem comprovação fiscal.

Diante do flagrante, dois homens foram conduzidos para Delegacia de Polícia de Poconé, para averiguação de quem seria o responsável pela arma de fogo. Após constatação, um dos envolvidos foi liberado e o outro preso por posse ilegal de arma de fogo. A mulher também foi encaminhada e autuada por receptação culposa por estar com a máquina fotográfica de provável origem criminosa.

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Participaram da ação policiais civis de Poconé, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), e da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul.

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