O deputado federal, Adilton Sachetti (PSB), continua articulando a formação de um supergrupo para a disputa da Prefeitura de Rondonópolis em 2016. A ideia que parece um tanto utópica pode ser benéfica para o município devido à grande representação política que Rondonópolis sempre teve.

Agora unir grupos tão antagônicos será o maior desafio de Sachetti, que tem em alguns momentos se mostrado tão bom negociador, quanto a delicadeza do movimento de um elefante em uma loja de cristais.

O último exemplo disso é o mal-estar que a proposta do supergrupo pode causar dentro do PSD, um parceiro de primeira hora das ideias de Sachetti, mesmo quando este sempre ignorou a pré-candidatura do vereador Ibrahim Zaher (PSD) para prefeito. Agora os líderes da formação do supergrupo indicam o senador José Medeiros (PSD) como um dos pré-candidatos e novamente ignoram o fator Zaher.

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Outro fator que já seria mais um ponto negativo, foi a entrevista de Sachetti ao vereador tucano Carlos Vanzelli (PSDB) em seu programa de TV, onde o deputado afirmou que não existe mais conversa com o deputado José Carlos do Pátio (SD) pré-candidato à prefeito.

Quem também não estaria engolindo a proposta de Sachetti é o grupo do prefeito Percival Muniz (PPS), que parece não gostar da proposta de se escolher o nome só próximo as convenções partidárias.

Com dois senadores, José Medeiros e Wellington Fagundes (PR), dois deputados federais, Adilton Sachetti e Carlos Bezerra e quatro deputados estaduais, Gilmar Fabris (PSD), José Carlos do Pátio, Nininho (PSD) e Sebastião Rezende (PSC), a ideia de união de todos os grupos políticos de Sachetti poderia realmente significar um grande avanço para o município. É esperar para ver se todos terão desprendimento e menos ego na hora de decidir quais rumos a cidade deverá seguir.

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