Dois homens com mandados de prisão por ataques a caixas eletrônicos nos estados do Mato Grosso do Sul e no Espírito Santo foram presos pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva), da Polícia Judiciária Civil, na tarde de segunda-feira (18), em Cuiabá.

O suspeito Luis Henrique Nascimento Silva, 29 anos, estava com dois mandados de prisão preventiva, decretados pelo Espírito Santo. Um dos roubos foi cometido no dia 31 de dezembro de 2015, em um shopping, na região do Triângulo das Bermudas, na Praia do Canto, em Vitória, na companhia de outras pessoas. Do caixa eletrônico do Banco do Brasil arrombado foram levados R$ 80 mil. O suspeito foi identificado em oito explosões a caixas eletrônicos no Espírito Santo.

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Já Julio César Santa Rita Ribeiro, 30 anos, foi preso por mandado de prisão expedido por Mato Grosso do Sul. Ele é velho conhecido do GCCO, desde o ano de 2010, tendo sido preso em flagrante nessa ocasião, na companhia de mais quatro comparsas, dentro do Instituto Cuiabano de Educação (ICE), no Jardim Europa, ao lado do caixa eletrônico do Banco do Brasil.

O delegado do GCCO, Diogo Santana, disse que os dois foram localizados em uma casa no bairro Santa Teresinha, em Cuiabá, com documentos de identidades falsos. Por conta disso foram também autuados em flagrante por uso de documentos falso.

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BALANÇO

Em 2016, o GCCO registrou 22 ataques a caixas eletrônicos, sendo a maioria na forma tentada, sem lucro as quadrilhas que estão agindo na modalidade de criminosa. “Observamos que muitos do ataques foram tentados. Nossa preocupação é quando auferem lucro e investem na compra de armamentos”, ressalta o delegado.

Um dos pontos para queda dos arrombamentos de caixas eletrônicos, que vem ocorrendo nos últimos anos, se deve ao monitoramento constante do GCCO referente aos grupos e a desarticulação das quadrilhas, com a prisão de muitos dos membros.

Outro fator é a diminuição dos caixas em estabelecimentos e locais públicos. Por último, está a descapitalização das quadrilhas para o cometimento dos crimes. “Há toda uma logística para os crimes. Eles gastam dinheiro com aluguel de casa, carro e compra de material explosivo”, finaliza o delegado.

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