Para os funcionários da seguradora Aetna, vale a pena ter uma boa noite de sono. Vale exatamente US$ 300 (cerca de R$ 970) por ano.
O projeto recompensa os empregados que dormem pelo menos sete horas por noite devido à preocupação da empresa americana com o impacto da falta de sono na performance dos funcionários.
Quem participa pode ganhar US$ 25 a cada 20 noites em que dormir pelo menos sete horas, até um limite de US$ 300 a cada 12 meses.

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Kay Mooney, vice-presidente de benefícios a funcionários da Aetna, diz que o programa de sono é “um dos muitos hábitos saudáveis que queremos que nossa equipe tenha.” Eles também recebem pagamentos extras por fazer exercícios.

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Mooney acrescenta, a respeito do programa de sono, que a Aetna gosta de se ver como um “laboratório vivo, para ver se isso é algo eficaz para outros grandes empregadores também.”

Mas ela não desconfia que alguns funcionários podem estar ganhando dinheiro sem de fato dormir sete horas?
“Não estamos preocupados, está no sistema de honra, no confiamos na nossa equipe”, diz.
O compromisso da Aetna em garantir que seus funcionários durmam o suficiente surge de estudos que alertam que a falta de sono pode afetar de forma significativa a capacidade de trabalho.

Apenas nos Estados Unidos, o trabalhador médio perde 11,3 dias de trabalho ou US$ 2.280 de produtividade por ano devido à falta de sono, de acordo com um relatório de 2011 da American Academy of Sleep Medicine.
Ela calcula que isso chega a uma soma anual de perda de US$ 63,2 bilhões à economia americana.

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