O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) se reuniu ontem (11) para reavaliar os rumos a serem tomados nas eleições de 2016. Pré-candidatos, simpatizantes e lideranças discutiram todas as possibilidades e decidiram esperar mais um pouco, até a pesquisa encomendada pelo deputado federal Adilton Sachetti (PSB) seja finalizada e os tucanos tenham uma real avaliação de quais serão os rumos a serem tomados pelo Partido.

A reunião aconteceu em um ainda brando clima de racha, entre os que desejam o rompimento com Percival Muniz e os que desejam a candidatura própria do Partido, que necessariamente precisa ser a de Rogério Salles.

A pesquisa do Instituto Mark, que apesar de apontar um empate técnico entre três nomes pela liderança preferencial do eleitorado, mas que aponta Percival Muniz (PPS), que vai à reeleição, liderando em todos os cenários nas “estimuladas”, pode ter apressado a reunião do emplumados.

Leia também:  Bezerra atropela Anta na BR-163

Acontece que os pró Percival se viram fortalecidos com o resultado e afirmam que mudar no time seria um suicídio político, já que estiveram na administração por durante todo o período e por isso não terão argumentos para contrapor Muniz durante o período eleitoral.

Já os tucanos que desejam o rompimento, dizem que a saída para a separação seria o lançamento da candidatura do vereador Rodrigo da Zaeli (PSDB), que desde que deixou a presidência da Coder, vem se tornando um crítico da atual administração e ganhou o reforço do suplente de vereador Carlos Vanzeli (PSDB).

O fato é que o PSDB ainda não saiu de cima do muro, não sabe se segue com Percival ou, para usar uma palavra muito em voga, dá o golpe e abandona o chefe do executivo municipal, só o que poderá decidir o destino dos tucanos é a pesquisa do PSB.

Leia também:  Vídeo ostentação
Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.