Uma criança de 10 anos teve a morte confirmada por H1N1. O jovem foi primeiramente internado na Santa Casa de Misericórdia e Maternidade de Rondonópolis, depois transferido para a Unidade de Terapia Intensiva de Cuiabá, com quadro respiratório grave e deficiência renal aguda. Portanto foram coletados duas amostras para exame, sendo uma do município e outra por Cuiabá.

A morte aconteceu no mês de maio, porém o resultado do exame não chegou para a equipe de vigilância epidemiológica de Rondonópolis até hoje, pois no sistema esse resultado está em aberto. Já Cuiabá teve acesso mais rápido, no dia 16 de junho, o que os permitiu confirmar a causa da morte.

Sendo desencontrada até então a informação sobre esse resultado, ontem (12), Rondonópolis obteve acesso ao resultado da Capital mediante ofício n° 232/2016, o que permitiu atualizar as informações sobre o caso. Imediatamente, a equipe de saúde da Vigilância Epidemiológica entrou em contato com a família que não mora mais na cidade para informar sobre o exame.

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Com este resultado, conclui-se que das mortes suspeitas por H1N1 em Rondonópolis, duas ainda estão em investigação (duas mulheres de 25 e 62 anos de idade), um caso foi descartado e um caso, portanto foi confirmado.

Conforme boletim da Vigilância Epidemiológica, dos 60 casos notificados na cidade de síndrome respiratória aguda grave, 31 permanecem em investigação para H1N1, 20 resultados foram apontados como negativo e nove positivos. Vale lembrar que os exames estão sendo realizados em laboratórios de referencia nacional e que exigem certo tempo para emitir os resultados.

O gerente de saúde coletiva, Edgar Prates, alerta a população para que pacientes com sintomas de gripe forte, com dificuldade de respiração, procure atendimento o quanto antes nas unidades de saúde.  Vale lembrar que no Brasil segundo último boletim emitido (maio), 588 pessoas morreram vítimas da doença.

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