De 2009 até 2015, o coeficiente de mortalidade infantil em Rondonópolis teve redução de 99,4%. O índice é calculado a partir do número de óbitos de menores de um ano de idade por mil nascidos vivos. No início da série (2009), a taxa de mortalidade marcava a média de 15,3, passando para 8,5 no ano passado, conforme dados divulgados pela Vigilância Epidemiológica, que são acompanhados pelo Ministério da Saúde.

Conforme a gerente do Departamento de Ações Programáticas, Eliane Ormond, Rondonópolis vem trabalhando para melhorar a assistência de saúde às mães e às crianças, aderindo assim a todas as políticas que envolvem os serviços de saúde e profissionais.

“O pré-natal é um grande aliado da saúde para diminuir esses riscos. A rede cegonha, implantada em abril de 2013, vem ajudando a melhorar a qualidade da assistência nestes exames, no parto e no nascimento”, avalia a gerente do Departamento de Ações Programáticas.

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Para Eliane, um dos fatores que levaram a redução dos óbitos infantis foi a organização destes serviços em rede e uma assistência humanizada que faz a diferença. De acordo com ela, as unidades de saúde do município estão preparadas para prestar um atendimento de qualidade à mãe e ao filho.

“Temos uma rede estruturada de unidades de atenção básica, realizando pré-natal de baixo-risco com implantação de novos exames, unidades de referência para pré-natal de alto-risco, hospital referência com ambiente adequado para partos e ambulatórios para crianças de risco”, conclui Eliane Ormond.

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