Foto: Reprodução
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Nativa da Ásia, logo que chegou à Europa, ainda na Idade Média, ela causou estranhamento e sofreu preconceito. Foi, inclusive, acusada de levar à insanidade e, por essa razão, recebeu o nome científico de Solanum insanum e o apelido de “maçã da loucura”. No entanto, aos poucos a sua textura e seu sabor acabaram conquistando os cozinheiros mediterrâneos. Aí a berinjela virou a estrela dos pratos tradicionais, caso do ratatouille dos franceses e da moussaka dos gregos.

A presença de antocianinas, um tipo de pigmento na casca, fez com que o fruto – sim, ela é classificada dessa maneira – também ocupasse lugar de destaque nos centros de pesquisa. Por causa do poder antioxidante, esse ingrediente da berinjela faz frente aos radicais livres, as famigeradas moléculas por trás dos males degenerativos. Estudos mostram ainda que a substância atua contra a obesidade, já que favorece o equilíbrio e faz murchar os adipócitos, as células de gordura, justamente na barriga.
Recentemente a farinha feita do vegetal também tem aparecido como coadjuvante no emagrecimento – e vem apresentando bons resultados nos estudos. Existem indícios de que suas fibras prolongam a saciedade e, ainda, reduzem as chances da deposição de gordura na região abdominal.

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Um conselho
A farinha de berinjela pode incrementar pratos cremosos depois de prontos, caso de sopas e caldos. Como não altera o sabor, vai bem em sucos e vitaminas, além de iogurtes. Com ela, as receitas ganham doses de fibras que ajudam a controlar o apetite.

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