O fornecimento de oxigênio em oito hospitais estaduais do Rio poderá ser interrompido no próximo dia 23. A empresa Air Liquide comunicou a decisão num telegrama enviado à Secretaria estadual de Saúde, no último dia 12, no qual explicita suas razões: “a manutenção da total inércia” do governo para solucionar a inadimplência quanto ao fornecimento de oxigênio.

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A empresa lembrou, ainda, que já enviou outras notificações extrajudiciais, em 7 de junho e 9 de agosto.
No comunicado, a Air Liquide informou que suspenderá o fornecimento de oxigênio nas seguintes unidades: Hospital Carlos Chagas, Hemorio, Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, Instituto Estadual de Doenças do Tórax Ary Parreiras, Hospital Santa Maria, Hospital Regional Gelio Alves Faria, Instituto Estadual Dermatologia Sanitária e Iaserj/Maracanã.

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A Secretaria estadual de Saúde informou que está em contato com a empresa para tratar da questão. Já a Secretaria estadual de Fazenda respondeu que já pagou 50,53% dos restos a pagar pendentes com a companhia. “A pendência atual está concentrada, em sua maioria, na Uerj. Não há execução em 2016, o que significa que apenas cabe ao Estado do Rio de Janeiro realizar os pagamentos de 2015”, informou por meio de nota. Ainda segundo a Secretaria de Fazenda, o montante pendente será pago o mais brevemente possível, de acordo com a disponibilidade de recursos em caixa.

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