Foto: Ilustrativa
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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Estado da Georgia e da Universidade do Estado da Flórida mostra que pessoas com idade entre 50 e 64 anos, que trabalham ou são voluntárias, têm uma redução no surgimento de doenças cônicas ou limitações funcionais, como a incapacidade de caminhar ou subir escadas.

O principal autor do estudo, Ben Lennox Kail, revela a importância dessa descoberta: “Se pudermos encontrar intervenções que retardam em estágio inicial alguma deficiência, seremos capazes de ajudar as pessoas a viverem mais e saudáveis, porque a diminuição da função física está associada a um maior risco de mortalidade. O que estamos discutindo é a importância de existirem programas que incentivem as pessoas que são saudáveis o suficiente para continuarem a trabalhar a fazê-lo, pois isso pode intervir nas condições da saúde futuramente.”

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Os dados utilizados vieram da Pesquisa de Saúde e Aposentadoria, realizada entre 1998 e 2012. Foram coletadas informações de 13.268 pessoas com mais de 50 e menos de 62 anos. A entrevistas eram feitas a cada dois anos.

A melhora do desempenho físico é a chave para que a população possa envelhecer de maneira saudável. Esse progresso é essencial para a redução da mortalidade nos EUA, resultando na diminuição das despesas de saúde individuais e públicas. Só lá quase 20% dos homens e 30% das mulheres com mais de 65 anos têm alguma limitação física.

O estudo constatou que as pessoas que trabalham ou são voluntários em atividades por mais de 100 horas/anos tinham menos limitações físicas e doenças crônicas do que aqueles que não faziam nenhum tipo de atividade.

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