Passada uma semana do período que antecedeu o Dia dos Pais, o Instituto de Pesquisa ACIR (IPA) questionou empresários da região central e do shopping e verificou que a venda dos artigos masculinos não agradou a maioria, conforme apontaram 63% dos entrevistados.

Comparado com as vendas do mesmo período do ano passado, apenas 11% dos comerciantes venderam mais este ano, 16% mantiveram o índice no mesmo patamar, 57% venderam menos que em 2015, o que significa que muitos pais não receberam nenhum presente de seus filhos ou parentes próximos.

As confecções foram os itens mais procurados (43%), seguidos por eletrônicos (12%). 8% optaram por comprar sapatos e 7% escolheram acessórios para dar para os pais.
Para atrair o público consumidor até as lojas alguns comerciantes (27%) fizeram promoções, 19% investiram em publicidade e propaganda, como distribuição de panfletos, inserções em emissoras de tv e jornal impresso e 16% capricharam no visual das vitrines.

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Apesar dos investimentos, apenas 35% afirmaram que as vendas foram boas ou excelentes. Quase metade (42%) informou terem sido regular. Para alguns estabelecimentos a data comemorativa não teve efeito positivo nas vendas, sendo que 15% disseram que foram ruins e 7% falaram que foram péssimas.

O resultado da pesquisa comprova que o consumidor continua sem dinheiro para comprar a vista, visto que 52% afirmaram que a forma mais utilizada de pagamento foi cartão de crédito parcelado, 21% aproveitaram o crediário e apenas 19% pagaram com dinheiro ou cartão de débito.

A pesquisa de intenção de compras, também realizada pelo IPA, acertou no quesito valor dos presentes. A maioria (32%) gastou em média 115 reais, 25% dos consumidores gastaram até 80 reais com o presente. Os mais generosos (19%) investiram alto e gastaram de 150 a 200 reais em cada item.

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