Ao menos quatro profissionais de saúde morreram no sul da província de Aleppo, na Síria, na noite de terça-feira (20), num bombardeio por aviões não identificados, afirmou nesta quarta-feira (21) a organização para a qual as vítimas trabalhavam.

Foto: Ammar Abdullah/Reuters
Foto: Ammar Abdullah/Reuters

A União de Atendimento Médico e Organizações de Assistência (UOSSM, na sigla em francês) afirmou ainda que uma enfermeira ficou gravemente ferida no ataque, que atingiu uma clínica na cidade de Khan Tuman, no sul de Aleppo.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos acrescentou que nove combatentes da Frente Fatah al-Sham (Frente para a Conquista do Levante, antiga Frente al-Nusra) e de outras milícias também morreram. A ONG destacou que foi um atentado perpetrado por aviões militares, sem precisar sua origem, e não descartou que o número de vítimas aumente, pois há pessoas gravemente feridas.

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As vítimas estavam em ambulâncias que haviam sido chamadas à clínica para transportar pacientes a unidades de tratamento especializado, afirmou a UOSSM. Os mortos são dois enfermeiros e dois motoristas das ambulâncias. Segundo o diretor da organização, Ahmad Dbais, o prédio de três andares foi totalmente destruído. “Ainda não conhecemos exatamente o total de mortos”, disse.

Khan Tuman fica perto de Urum al-Kubra, onde, na segunda-feira, um comboio humanitário, organizado pela ONU e pelo Crescente Vermelho, foi alvo de um bombardeio que deixou cerca de 20 civis mortos, segundo a Federação Internacional da Cruz Vermelha.

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