Foto: Extra
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Flávio Bolsonaro (PSC) vai testar a capacidade de seu sobrenome. Na primeira eleição em que um membro da família concorrerá ao Executivo, o discurso é semelhante ao que levou o pai, Jair, ao posto de deputado federal mais votado do Rio. De dentro de seu gabinete na Alerj, Flávio defendeu o fim do patrocínio da Parada Gay, em nome da austeridade, e comparou a administração do prefeito Eduardo Paes à do PT no governo federal: “Essa política de toma lá dá cá tem que acabar”.

Parada Gay, de forma alguma, vai ser proibida. Agora, não vai ter um centavo de dinheiro público. Se todos nós candidatos, com exceção do Pedro Paulo (PMDB), entendemos que a prefeitura vai estar numa situação financeira muito difícil no ano que vem, a gente tem que enxugar a máquina pública. A minha prefeitura será marcada pela austeridade fiscal. Eu vou perguntar para a população do Rio: “Se a gente tiver um real, você prefere investir na Parada Gay ou na compra de remédio para o hospital?” Este evento se mantém sozinho, ele não precisa de dinheiro público.

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O foco dela será mudado dessa tradicional defesa de direitos humanos. No meu governo, nós vamos criar programas de atenção das pessoas vítimas dos criminosos. Soldado da PM que foi assassinado, a prefeitura vai dar assistência psicológica para aquela família, porque foi uma pessoa ordeira, morreu no exercício da sua função, vítima de um criminoso. A vida do crime é uma opção. Os defensores dos direitos humanos gostam de falar que eles não tiveram opção.

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