A empresa de tecnologia Samsung se viu novamente em uma situação embaraçosa depois de pela segunda vez um de seus celulares Galaxy Note 7 pegar fogo nos EUA, apesar de a companhia ter feito um imenso recall do produto no mês passado.

Os dois incidentes, curiosamente, aconteceram no Estado do Kentucky, ambos esta semana. Um homem na cidade Nicholasville foi parar no hospital depois de inalar fumaça quando seu Note 7 pegou fogo durante a noite em seu quarto. Segundo Michael Klering, o aparelho não estava ligado ao carregador – foi um problema de aquecimento na bateria que levou a Samsung a fazer o recall.

Foto: Brian Green/BBC
Foto: Brian Green/BBC

Houve um incidente mais sério: um Note 7 pegou fogo dentro de um avião da companhia Southwest que taxeava na pista do aeroporto de Louisville e provocou uma operação de evacuação da aeronave.
Os dois telefones já faziam parte do lote de substituição do celular, segundo a mídia americana.

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“Meu telefone era supostamente uma susbstituição, então pensei que estava a salvo”, reclamou Klering, em entrevista à rede de TV WKYT.
A Samsung lançou seu mais novo e inovador telefone apenas em agosto.
Para o especialista em tecnologia da BBC Dave Lee, os incidentes representam uma imensa crise para a Samsung, que agora “terá que responder a sérios questionamentos em relação a sua obrigação de proteger o público”.

Quando fez o recall, a Samsug disse ter identificado e corrigido o problema com o Note 7. Em um comunicado, a empresa disse que o superaquecimento da bateria tinha sido causado por um “raro” defeito de fabricação que fazia com que eletrodos da bateria entrassem em contato. E que os novos telefones reparados estavam seguros.

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