Reprodução
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Emergência parada, demora em atendimentos e falta de insumos em um dos principais hospitais da Zona Oeste do Rio de Janeiro. É o que mostra reportagem da GloboNews sobre o Hospital Albert Schweitzer, gerido pelo Município desde que a crise financeira estadual se agravou. A reportagem esteve na terça-feira (18) no hospital.

Uma funcionária da unidade ouvida pela reportagem chegou a assumir que reutilizava seringas em pacientes por instrução da administração.
“Esse relato é uma coisa muito séria, né? Não se pode reaproveitar seringa porque você está colocando em risco a vida do paciente. Você corre o risco dele ter uma infecção e até uma infecção generalizada”, criticou a técnica em enfermagem Joana Dark, ex-funcionária do hospital.

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Divulgação
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A profissional de saúde mostrou que recebeu a denúncia por mensagem de telefone. De acordo com o texto, “fraldas estão zeradas há três plantões, curativos [de pacientes] não eram trocados há quatro dias por falta de gase e esparadrapo micropore. Seringa, só de 3 ml e uma para ser usada no plantão inteiro”. E ainda, instruíram a lavar a seringa para ser reutilizada.

Também no desabafo, o funcionário conta que a unidade de saúde está sem antibióticos e os Centros de Tratamento Intensivos do hospital estão “abandonados”. No fim, o colaborador diz que foi para o trabalho chorando.
Em resposta, a Secretaria Municipal de Saúde disse que “não procede” a informação de que a emergência do hospital parou. Além disso, a pasta informou que “a emergência funciona por classificação de risco, que o paciente mais grave é atendido primeiro”.

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A secretaria também nega que haja falta de insumos ou medicamentos e que profissionais do CTI continuam trabalhando normalmente.

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