O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta segunda-feira (28) dados relativos a taxa do Produto Interno Bruto (PIB), entre 2002 a 2014. Neste período Mato Grosso aparece com a 2ª maior taxa de crescimento do PIB (105,6% e média de 6,2% a.a.), atrás apenas de Tocantins (113,0% e média de 6,5% ao ano).

Entre as 27 unidades da federação, Minas Gerais foi a que mais ganhou participação de 2002 a 2014, (0,6 p.p.). Vieram a seguir Santa Catarina e Mato Grosso (0,5 p.p. cada), Espírito Santo e Pará (0,4 p.p., ambos). Além de São Paulo (-2,7 p.p.), também perderam participação nesse período o Rio de Janeiro (-0,8 p.p.), Rio Grande do Sul (-0,4 p.p.), Distrito Federal (-0,2 p.p.), Bahia (-0,1 p.p.), Alagoas (-0,1 p.p.) e Sergipe (-0,1 p.p.).

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Já entre os anos de 2013 e 2014, Mato Grosso também apresentou crescimento, no entanto, ficou com a 4ª posição ao lado do Acre. Segundo os dados do IBGE, o PIB do país cresceu 0,5% em relação a 2013, principalmente pela alta de 2,8% na agropecuária. Já a indústria recuou 1,5% e os serviços cresceram 1,0%.

Nesse período, a unidade da federação com o maior crescimento foi o Tocantins (6,2%), influenciada pela agricultura, pelo comércio e pela construção. Piauí (5,3%), Alagoas (4,8%), Acre e Mato Grosso (4,4%, ambos) vieram a seguir. Em sentido contrário, Paraná (-1,5%), São Paulo (-1,4%), Minas Gerais (-0,7%) e Rio Grande do Sul (-0,3%) fecharam 2014 em queda, principalmente devido à indústria de transformação.

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Ainda segundo o IBGE, em 2014, cinco estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná) foram responsáveis por 64,9% do PIB do país. (Veja aqui a tabela)

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