Imagem: Mirtilo é um dos alimentos mais ricos em antioxidantes
Foto: Internet

Especialmente popular na América do Norte e na Europa, ele começou a ser cultivado no sul do Brasil, onde o clima é mais friozinho e propício, em meados da década de 1980. E, ainda bem, está cada vez mais fácil encontrá-lo por aqui. Afinal, o frutinho conhecido lá fora como blueberry é considerado um dos alimentos mais ricos em antioxidantes de que se tem notícia.

Só para comparar, há análises indicando que os compostos fenólicos aparecem dez vezes mais no mirtilo do que no morango, outra fonte de primeira desses elementos. Cabe lembrar que essas moléculas são eficientes quando o assunto é neutralizar a ação dos radicais livres e reduzir o risco de doenças como o câncer. Os tais compostos fenólicos do mirtilo ainda são tiro e queda para evitar a oxidação do colesterol ruim, o LDL. É justamente essa versão oxidada que serve de matéria-prima para a formação de placas que grudam nas artérias e atrapalham o fluxo sanguíneo – processo que pode acabar em um terrível infarto.

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A fruta ainda exibe boas doses de potássio, mineral que rivaliza com o sódio, um dos grandes culpados pelo aumento da pressão arterial. Se der para comer 25 gramas de mirtilo todo dia, ótimo. Caso contrário, três vezes por semana já está de bom tamanho.

Um conselho
Nos supermercados, é muito comum encontrar o mirtilo congelado. E você pode levá-lo para casa sem preocupação. O congelamento preserva as substâncias boas da fruta por até seis meses. Há indícios de que, ao sair do refrigerador, o potencial antioxidante do alimento é até maior.

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