Imagem: Rafael Santos de BarrosO procurador e professor substituto da Universidade de Brasília (UnB), Rafael Santos de Barros e Silva, negou que tenha perseguido e assediado a advogada Ariadne Wojcik, 25 anos, que morreu ao pular do Mirante, em Chapada dos Guimarães – MT (leia aqui).

De acordo com o procurador a advogada sofria de distúrbios psiquiátricos. Essa declaração foi dada ao portal Metrópoles, de Brasília (DF), onde ele reside.

Segundo o procurado o relacionamento com a jovem era estritamente profissional e, até a saída dela do escritório do qual ele é dono, os dois nunca tiveram qualquer contratempo. “A demissão dela foi tranquila, sem problemas. Em agosto deste ano, ela começou a me mandar e-mails dizendo que eu tinha grampeado o celular dela, colocado câmeras na casa e a estava perseguindo”.

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O professor ressaltou ainda que reportou a situação à diretoria da Faculdade de Direito da UnB, falou com amigos próximos de Ariadne e tentou entrar em contato com a família dela. Alega ainda que a menina passava por tratamento e, por isso, recebeu o pedido para não registrasse Boletim de Ocorrências (BO).

“Fiquei muito triste quando ela mandou esses e-mails. Comuniquei a quem senti que devia comunicar. De fato, não prestei queixa porque ela havia acabado de se formar e era uma pessoa de quem eu gostava muito. Não queria que isso prejudicasse ela na atividade profissional”, alega.

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