Servidores da Coder vão cruzar os braços na próxima quarta-feira (30), o movimento paredista será durante todo o dia. No período da manhã a concentração será no pátio da empresa a tarde eles (servidores), vão para a Câmara Municipal, buscar apoio dos legisladores e cobrar que o prefeito faça os repasses para a Companhia. Nesta terça-feira (29) os servidores vão para a câmara falar com os vereadores na ordem do dia.

O motivo da paralisação é devido  falta de pagamento dos repasses ao Instituto de saúde dos servidores o Serv saúde. A Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder), tem descontado o percentual que é responsabilidade dos servidores na folha de pagamento. Porém a direção não tem executado o repasse ao instituto e isso poderá acarretar no bloqueio do atendimento aos trabalhadores conveniados. Na segunda-feira (21), sindicato e Serv Saúde, sentaram a mesa com o diretor Cristóvão Teixeira e uma comissão dos servidores para cobrar que os fossem feito os repasses ao Instituto.

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A diretora do Serv Saúde Jacilene Santos Silva apresentou a divida ao diretor da Coder e pontou as dificuldades que o órgão tem enfrentado. Ela ainda destacou que Tribunal de Contas (TC), não permite que o instituto entre em 2017 com dividas pendentes e será necessário que a empresa faça o repasse dos servidores a parte patronal ainda poderá ser negociado um novo prazo para quitar a divida. Caso a companhia não faça os servidores serão prejudicados, e o que deixou a categoria revoltada é que eles (servidores), já pagaram a parte deles. Cristóvão pediu um prazo para saber do prefeito quando seria feito os repasses, mas não sinalizou com uma resposta positiva. E nesta segunda-feira, os servidores decidiram em assembleia geral cruzar os braços para chamar a atenção do executivo para o problema.

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Segundo os servidores há quase um ano a prefeitura não deposita o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Os descontos  que são feitos nos salários dos servidores e mantidos sob tutela da prefeitura caracteriza apropriação indébita.

Outro problema é que a Coder não está pagando as parcelas da divida. Segundo informações já constam duas parcelas em atraso e caso complete a terceira a empresa perde a renegociação da divida que era mais de 40 milhões. A Coder vendeu o terreno onde é instalada a feira livre da aurora para a prefeitura pagar  divida. Entretanto a prefeitura mantem sob sua tutela os recursos que foram descontados dos salários dos servidores da Coder e também não tem executado os pagamentos para a Companhia que corre o risco de perder novos contratos uma vez que ficará com restrição em seu cadastro.

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