Servidores da Educação em ato na Praça Brasil em Rondonópolis - Foto: Varlei Cordova/ AGORA MT
Sindicatos de servidores públicos participaram de ato no Dia Nacional de Greve na Praça Brasil em Rondonópolis – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

O Sindicado dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep Rondonópolis) e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis (Sispmur) que se integraram no Dia Nacional de Greve promovido por diversos sindicatos e pela centrais de trabalhadores, tiveram hoje (11) pela manhã uma extensa agenda de mobilizações em diversos pontos da cidade.

Na Praça Brasil, o movimento que contou com diversas lideranças que discursavam em defesa dos trabalhadores e principalmente contra a PEC 241, reuniu cerca de 300 pessoas, especialmente funcionários públicos da Educação.

Antonio Adalberto - Foto: Varlei Cordova/ AGORA MT
Antônio Adalberto – Foto: Varlei Cordova/ AGORA MT

De acordo com o diretor do Sintep, Antônio Dalberto, o principal motivo da mobilização é alertar à todos os trabalhadores sobre, o que as lideranças acreditam ser um retrocesso nas leis trabalhistas, “A população precisa ser orientada e por isso estamos nas ruas, na avenida Lions Internacional, fizemos a distribuição de mil panfletos e nenhum foi jogado fora”, disse o sindicalista. Para ele o fato das pessoas não jogarem fora os panfletos significa que elas estão atentas ao que acontece no país. “A população está consciente, o pequeno e micro empresário estão sofrendo com a atual situação do país, o trabalhador é quem mais sofre, temos que mostrar que estamos unidos e que vamos lutar por nossos direitos”, revelou.

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Geane Lina teles secretária do Sispmur - Foto: Varlei Cordova/ AGORA MT
Geane Lina teles secretária do Sispmur – Foto: Varlei Cordova/ AGORA MT

A secretária do Sispmur, Geane Lina Teles, reafirmou que o sindicato está atento a todas as movimentações na cidade e que se manterá na vanguarda de apoio ao funcionalismo público municipal, “Este é um momento de união, uma união entre os sindicatos, os trabalhadores e a população como um todo, não podemos perder todas as garantias e direitos conquistados desde Getúlio Vargas, a PEC vai inviabilizar a saúde pública, a educação e vai aprofundar a diferença social da nossa sociedade”, disse.

Para Geane a saúde deve ser o setor público onde, segunda ela, a população vai sentir os efeitos mais maléficos da PEC do teto, “Como o teto de gastos públicos, os serviços públicos de saúde vão chegar ao ponto de ter que decidir quem vive e quem morre na fila a espera de atendimento médico ou a espera de um remédio”, vamos lutar para evitar que o sofrimento, com a já combalida saúde pública se agrave.

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