Com o aumento das vendas com as festas de fim de ano e a pressa em atender a maior quantidade de clientes, cresce nessa época a incidência de notas falsa no comércio. Consumidores e lojistas devem ficar atentos e evitar prejuízos.

No ano passado, o Banco Central recolheu cerca de 560 mil notas falsificadas, R$22 milhões em cédulas que não valem nada.

Um dos métodos utilizados é a caneta que detecta. Se a nota não for verdadeira, a caneta faz um risco no papel. Outro aparelho com feixe de luz negra também mostra se a cédula é falsa.

Para não ser lesado, é importante que o consumidor e o comerciante saibam como diferenciar a nota verdadeira da falsa.

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De acordo com o Banco Central, a maioria das notas falsas não tem a marca d’água, ressaltando que a maior incidência de falsificação é nas notas de R$10 e R$50.

A fabricação de dinheiro falso pode acarretar de 3 a 12 anos de prisão e, para quem repassa intencionalmente, a pena varia de seis meses a dois anos.

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