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Quadrilha usava marca para “fidelizar” clientes,
– Foto: Assessoria/PF

O empresário Ricardo Cosme Silva dos Santos acusado de liderar uma quadrilha conhecida como “Superman Pancadão”, responsável por uma movimentação mensal de R$ 30 milhões no Estado de Mato Grosso (MT), decorrentes do tráfico internacional de drogas teve o pedido de Habeas Corpus da defesa negado pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi preso durante a Operação Hybris, da Polícia Federal (PF) e está detido desde julho do ano passado.

De acordo com informações, o advogado de defesa de Ricardo apresentou vários argumentos solicitando a liberdade do acusado. Entre os pedidos, o advogado afirma que o período da prisão preventiva havia excedido o tempo determinado por Lei para cumprimento da medida. O defensor também pediu a nulidade de intercepções telefônicas feitas pela Polícia Federal, nas quais o acusado aparecia. O advogado alega que as escutas foram feitas de modo ilegal. Mas, mesmo diante de todas as alegações do advogado de defesa, o ministro Celso de Mello optou por não acatar nenhuma das ponderações da defesa. Em 22 de novembro, o membro do STF emitiu o parecer contrário às solicitações do advogado.

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Operação Hybris

Além de Ricardo Cosme, a Operação Hybris prendeu outras 34 pessoas em julho do ano passado. Também foram apreendidas 11 caminhonetes Toyota Hillux, uma carreta, dois aviões, caixas de relógios das marcas Rolex e Tissot, além de jóias. Os bens foram avaliados em R$ 50 milhões.

A quadrilha foi denominada “Superman Pancadão” porque a droga enviada por eles tinha o “selo” do super herói e pelo fato do empresário que era líder do grupo ter atuado como DJ no interior de Mato Grosso.

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