O eterno cacique do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), Carlos Bezerra, que em mais um mandato ainda não disse há que veio, parece que está imbuído de destruir mais um bom nome para as eleições de 2018.

A vítima desta vez é o conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), Antônio Joaquim. O fato é que tentando se agarrar ao pouco poder que ainda lhe resta como eterno presidente do PMDB, Bezerra tem propalado ao quatro ventos que Antônio Joaquim será o candidato da sigla ao governo em Mato Grosso.

Na última eleição para o governo, até as convenções do partido o nome de Bezerra era o do juiz federal, aposentado por conta da “carreira” política, Sebastião Julier. Depois de muitas idas e vindas, Julier não foi confirmado como candidato e ainda ficou escondido no PMDB, até que resolveu deixar a sigla e se filiar Partido Democrático Trabalhista (PDT).

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Além de não conseguir garantir a “vaga” de candidato ao governo para o conselheiro, Bezerra já começa a criar um mal-estar para Antônio Joaquim, que por ainda estar na presidência do tribunal, já começa a receber as primeiras críticas, por estar, supostamente, usando o cargo para ganhar espaço político.

Em Rondonópolis alguns opositores do cacique, já andam falando que o deputado anda perdendo a mão, já que perdeu a eleição da mesa diretora da câmara também. Há quem diga que Bezerra deixou de ser o mão de pilão para se tornar o dedo ruim, já que para tudo e para todos que ele tem apontado as coisas não andam terminando bem.

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