Imagem: cunha e moro
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O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, comentou que mesmo não concordando com algumas formas do juiz Sérgio Moro conduzir os seus trabalhos, percebe nele uma “inteligência” que o diferencia de outros juízes. Segundo relatos feitos à interlocutores, cunha notou que Moro lê todas as longas petições e está por dentro de todos os fatos que acontecem.

Parece estranho, mas Cunha se rendeu ao belíssimo trabalho feito pelo grande responsável da Operação Lava Jato, o juiz Sérgio Moro.

O ex-deputado também revelou que está otimista e que já alcançou muitas vitórias. De acordo com ele, os acusadores negaram qualquer responsabilidade dele na nomeação de Jorge Zelada para a diretoria internacional da Petrobrás.

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A respeito de seu livro, Cunha disse que demorará um pouco para ser escrito. “Esse presente de Natal aos meus inimigos políticos vai ficar para mais adiante”, disse ele.

Eduardo Cunha era mais ativo e comandava os afazeres do dia na Carceragem da Polícia Federal de Curitiba, conforme declarações de alguns investigadores. Mas ao ser transferido para o Complexo Médico-Penal de São José dos Pinhais, ele ficou desanimado e abatido. Ele fica em uma cela restrita e isolada e longe do contato com outros detentos. Até o banho de sol dele é privado. Na Carceragem da Polícia Federal, Cunha podia circular mais livremente e isso ajudava a criar mais ânimo para enfrentar a dificuldade de estar preso.
Lá em Curitiba, ele tinha companhia de dois delatores, Olívio Rodrigues e Luiz Eduardo Soares. Esses dois funcionários atuaram no Setor de Operações Estruturadas, o departamento de propinas da empresa Odebrecht. Eles foram soltos no mesmo dia em que Cunha foi para São José dos Pinhais.

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