Imagem: hospital do câncer de MT
Reprodução

O Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCAN) fez um alerta sobre os constantes casos de pessoas que usam o nome da instituição para vender produtos, conseguir dinheiro e aplicar golpes no estado. De acordo com o hospital, golpistas vendem sacos de lixo, livros, canetas, CDs e até fazem eventos dizendo que o dinheiro será revertido para os pacientes da unidade.
Atualmente, conforme Raphael Santana, administrador do hospital, as únicas formas de ajudar a instituição é por meio de doações pela internet, boletos, projetos previamente cadastrados e caixinhas de arrecadação distribuídas em pontos comerciais das cidades.
Todas as atividades são divulgadas pelo hospital, pela internet e redes sociais, além de serem acompanhadas por representantes.

Leia também:  MT é eleito o 3º estado com melhor frequência escolar no ensino médio
Imagem: hospital do cancer de mato grosso alerta sonbre golpes
Reprodução

O golpe mais comum, segundo o hospital, é a venda de sacos de lixo. O argumento dos golpistas é que o dinheiro será revertido aos pacientes em tratamento contra o câncer. De fato, a instituição chegou a comercializar o produto em uma época no estado.
“Tivemos um crescimento de atendimento entre 2013 e 2014. Fechamos o ano de 2015 com 75 mil atendimentos e 90 mil em 2016. O hospital vem crescendo e em consequência traz golpistas e pessoas que querem tirar proveito disso”, disse o administrador ao G1.
O HCAN é uma instituição privada com fins filantrópicos, entretanto, 95% dos atendimentos são de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
“Há alguns anos o hospital iniciou um projeto de venda de sacos de lixo para fomentar as doações. Isso não durou nem um ano. Descobrimos que várias pessoas começaram a vender o produto em nome do hospital e recebemos várias reclamações a respeito de produtos de qualidade ruim, até que acabamos descobrindo esse golpe e paramos com o projeto”, comentou o representante.
O hospital conta com caixinhas de troco solidário que são distribuídas em pontos comerciais das cidades, como em bares, lotéricas, restaurantes ou supermercados.

Leia também:  Sebastião Rezende discute readequações na BR-364 em visita ao Dnit
Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.