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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou, que o governo ainda não tem uma data definida para começar a distribuir repelentes a grávidas carentes, como prometido pela Pasta há mais de um ano. O ministério afirma que vai adquirir “3 bilhões de horas de repelência”, para tentar evitar que gestantes sejam alvo do mosquito Aedes aegypti, transmissor de males como a dengue, zika e chikungunya. O primeiro anúncio dessa medida foi feito no final de 2015, em meio à epidemia de microcefalia. Segundo Barros, o processo de compra do produto está atrasado por causa da “burocracia”.

Pelo cronograma inicial do pregão eletrônico, as grávidas do Bolsa Família deveriam começar a receber os repelentes ainda em dezembro. A ideia é que 484 mil gestantes que participam do programa sejam beneficiadas. Barros não quis arriscar uma previsão, mas afirmou que, 15 dias depois de encerrado o processo de compra, deve começar a distribuição do produto para a população. Atualmente, o processo se encontra na fase de apresentação de recursos administrativos contra a empresa vencedora.

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A pasta prevê aumento de casos de chikungunya em 2017 e aponta o Aedes como o “grande desafio” do ministério para o próximo ano.

 

 

 

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