Para começar, sou suspeita! Minha relação com o coco é sem dúvida uma relação de amor.
Não é à toa que ele está entre os três melhores alimentos do mundo. Rico em nutrientes de grande importância para nossa vida (proteínas, vitaminas, gorduras saturadas, ácido láurico, carboidratos, minerais), pode-se confirmar que se trata de um alimento completo.

Ele está presente hoje na nossa mesa de várias maneiras: coco em polpa, coco ralado, leite de coco, agua de coco, óleo de coco. Enfim, opções não faltam para que você possa consumi-lo e com certeza seu consumo diário trará inúmeros benefícios ao organismo.

O coco em polpa é uma ótima fonte de minerais como ferro, magnésio, zinco, cálcio e potássio. É riquíssimo em flavonóides que possuem ação anti-inflamatória, hormonal, antialérgica e anticâncer. A água do coco também é rica em minerais, por isso muito bem recomendada como hidratante natural em diversas situações, como pós-treino. O óleo de coco (o queridinho do momento), muito falado e envolvido em polêmicas, é uma ótima fonte de energia (por causa dos triglicerídeos de cadeia média), acelera a queima de gorduras e naturalmente diminui a fome. Ele também ajuda no sistema imunológico e melhora o funcionamento da tireoide. Além disso é um potente hidratante para cabelos e pele.

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Contudo, analisando todos esses benefícios, por que quando recomendo que o coco seja consumido, geralmente vejo faces de espanto? Comumente seguidas de perguntas como: mas ele não é supercalórico?

O que acontece é que o coco é rico em gordura saturada e a maioria das pessoas ainda tem medo de consumir essa fruta, pelo mito criado em torno da relação de gordura saturada com doenças cardiovasculares e aumento do colesterol. Mito mesmo! Os estudos mais atuais mostram exatamente o contrário, que a gordura saturada deve sim estar presente num plano alimentar, pois os ácidos graxos nos quais o coco é tão rico vão para o fígado e lá são usados como fonte de energia rápida ou transformado em corpos cetônicos, inclusive surtindo efeito em doenças como Alzheimer. Além disso as gorduras são essenciais para produção de hormônios sexuais e participam do transporte de diversas vitaminas (A, E, D e K).

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Portanto, não precisa temer consumir esse alimento tão rico, tão nutritivo e tão (tão, tão) saboroso que é o coco! Converse com seu médico e/ou nutricionista sobre ele, entenda seus benefícios, aprenda qual melhor momento do dia, baseado na sua rotina, para consumi-lo. E lembre-se, as quantidades são sempre avaliadas individualmente!

E vamos combinar? Verão e Coco tem tudo a ver. Aproveite!

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