Imagem: mosquito dengue aedes Zika vírus febre chikungunya
Mosquito transmissor – Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde reforçou, nesta quinta-feira (5), a recomendação da vacina de febre amarela para pessoas que moram ou pretendem visitar regiões silvestres, rurais e de mata. A transmissão da doença, que ocorre pela picada do mosquito Aedes aegypti, é possível em grande parte do território brasileiro.

Nesta quarta-feira, foi confirmada a morte de um homem de 52 anos por febre amarela em Ribeirão Preto (SP). Esta foi a segunda morte pela doença no estado em 2016: em maio, um operário morreu em Bady Bassitt (SP). Também foram identificados dois macacos infectados em Ribeirão Preto em outubro.

Segundo o Ministério da Saúde, a doença tem o maior número de casos entre dezembro e maio. A vacina está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todos os estados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e pode ser aplicada a partir dos 9 meses de idade. Para adultos, o reforço deve ser tomado a cada 10 anos.

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A febre amarela provoca insuficiência hepática e renal. Os sintomas, que se iniciam de forma repentina, são febre, calafrios, dor de cabeça, dor nas costas, prostação, náuseas e vômitos. A doença evolui, numa segunda fase, para diarreia acompanhada de vômitos, icterícia, diminuição da produção de urina, sangramentos e torpor. O quadro pode evoluir para coma e até morte.
O tratamento é apenas para aliviar os sintomas, já que não existem medicamentos específicos contra a doença.

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