Imagem: cristiane
Cristiane Alves de Amorim – Foto: reprodução

Um exame de sangue e ultrassonografia confirmaram que a mulher que registrou uma queixa relatando que estava grávida e foi sequestrada, onde os criminosos fizeram seu parto e roubaram o seu bebê, não estava grávida. Cristiane Alves de Amorim, 36 anos, deve ser ouvida na Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e deve responder por falsa comunicação de crime. Ela é moradora de Rondonópolis e procurou a Polícia dizendo que foi sequestrada na frente da Santa Casa de Misericórdia e submetida a um parto forçado.

A mulher registrou boletim de ocorrência, na terça-feira (14), comunicando que tinha sido sequestrada no dia 7 de fevereiro, permanecido por sete dias em cárcere e no cativeiro dado à luz ao bebê da gravidez de cerca de 9 meses.

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Conforme informações do delegado que investiga o caso, as suspeitas em relação a história começaram quando a mulher se negou a fazer exame de corpo delito no Instituto de Medicina Legal (IML). Ela disse que não queria fazer o exame pelo fato do plantonista ser um médico homem e não mulher.

Na manhã desta quarta-feira (15) Cristiane passou por exame clínico de ultra som, e de sangue, onde ambos descartaram a gravidez.

O caso foi encaminhado ao GCCO, que desde o início desconfiava da história, até que exames médicos confirmaram a falsa gravidez. Agora, a Gerência irá interrogar a mulher para descobrir os reais motivos da comunicação falsa.

 

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