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A síndrome metabólica não corresponde a um só problema: ela é caracterizada pela associação de diferentes ameaças ao sistema cardiovascular. Alguns aspectos que compõem essa encrenca são pressão elevada, circunferência abdominal avantajada, triglicérides acima do recomendável e quantidade alta de glicose no sangue. Uma pessoa que apresenta dois ou mais desses fatores tem a tal síndrome.

Explicado o problema, a novidade é que um estudo coordenado pela Associação Americana para a Pesquisa do Câncer descobriu que, além um maior risco de derrame e ataque cardíaco, a possibilidade de câncer colorretal em mulheres com disfunção também se torna mais real. Um ponto interessante da pesquisa é que ela avaliou voluntárias com índice de massa corporal (IMC) normal — o distúrbio no metabolismo está, na maioria das vezes, associado à obesidade.

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Os especialistas analisaram dados de 5 068 mulheres na menopausa, sendo que 33,7% foram consideradas não saudáveis do ponto de vista metabólico. Ao fim de 14 anos, os experts chegaram à conclusão que essa parcela tinha um risco 49% maior de manifestar esse tipo de tumor.

“Reconhecer que mulheres com peso normal e com síndrome metabólica têm maior probabilidade de desenvolver câncer colorretal pode resultar em um uso mais oportuno de intervenções preventivas. (…) Isso reforça como é importante ficar atento à saúde do metabolismo, que pode ser avaliada por testes clínicos padrão”, disse Xiaoyun Liang, uma das autoras da pesquisa, em comunicado.

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