O Corinthians tem encontrado dificuldade para renovar o patrocínio com a Caixa Econômica Federal, principal parceira na camisa do clube, com que tem contrato apenas até abril.

O banco estatal, que fechou o último acordo de 12 meses por R$ 30 milhões (R$ 2,5 milhões mensais), tenta reduzir o valor, o que o Timão não vê com bons olhos. Inicialmente, a ideia do clube alvinegro era justamente o contrário: aumentar o montante investido pela Caixa.

Corinthians e Caixa são parceiros desde o fim de 2012. Desde o primeiro acordo, o banco pagou ao Timão cerca de R$ 121 milhões, com três renovações no período. Na última delas, a Caixa topou pagar os mesmos R$ 30 milhões por apenas uma propriedade da camisa (o espaço máster, na parte da frente), abrindo possibilidade de o clube fazer outros acordos na parte de trás.

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Além da Caixa, o Timão conta hoje com o patrocínio da escola de inglês Minds, que ocupa a barra das mangas, e que pagará cerca de R$ 2 milhões até o fim do contrato, no início de 2018. Fornecedora oficial de bebidas, a Estrella Galícia ocupa camisas de treino e de passeio.

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