Imagem: servidores da educação decidem pela continuidade da greve
Foto: Divulgação / Sintep

A Educação do Estado de Mato Grosso, terá um dia de paralisação, na próxima quarta-feira (15), que será “acompanhada” de uma manifestação nacional que é promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Em Rondonópolis, de acordo com João Eudes, representante do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT).

Não há como prever quantas escolas vão seguir essa paralisação. “Nós fizemos o chamamento para todas as unidades, mas não sabemos quantas e quantos trabalhadores vão aderir à paralisação. Contudo, como acontece em outras situações, essa adesão costuma ser grande”, explica.

Os trabalhadores da educação estadual na cidade devem realizar um ato público na região Central, com concentração na Praça Brasil, a partir das 8 horas.

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A paralisação nacional da educação se dá em torno das bandeiras de luta contra a Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista, propostas pelo Governo de Michel Temer, além da cobrança pelo cumprimento integral da Lei do Piso Nacional do Magistério.

Outros assuntos estão em pautas nos estados e municípios, de acordo com as realidades locais.

Eudes, explica que a greve nacional foi conversada entre todas as entidades ligadas à educação ainda em janeiro, e a paralisação na quinta deve ganhar a participação de outros trabalhadores, como os da educação pública federal e também os movimentos sociais ligados aos trabalhadores rurais.

MATO GROSSO

Acompanhando a paralisação nacional da educação, o Fórum Sindical, que representa 32 sindicatos de servidores do Estado, e também algumas centrais sindicais, se articulam para participar das manifestações na quarta-feira.

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A mobilização tem, além das pautas nacionais, as mudanças propostas pelo Executivo Estadual, como o projeto do “Teto de Gastos”, que prevê o aumento da alíquota de contribuição dos servidores públicos, o congelamento dos salários e a suspensão do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA).

Um protesto já está marcado para acontecer em Cuiabá, porém, em Rondonópolis, os sindicatos participantes ainda não confirmaram se vão aderir à essa campanha de paralisação.

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