Imagem: pitaya pedrorubens
Foto: Reprodução

Originária do México e de países da América Central, a pitaya parece ter desembarcado de vez no Brasil. Tanto é que, por causa da procura crescente, a nutricionista Thamyris Ferreira Lima, da rede Hortifruti, conta que a fruta já vem sendo cultivada por aqui – principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Paraná.

Em nosso país, as versões mais consumidas são a de casca rosa com polpa avermelhada e a de casca rosa com a polpa branca. “Esta última é a mais fácil de encontrar”, afirma Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, na capital paulista.

Ainda de acordo com Renata, a pitaya concentra poucas calorias. E, apesar de doce, não é um alimento rico em açúcar.

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Além de ser magrinha, a fruta concentra substâncias reconhecidamente benéficas à manutenção da saúde. É o caso dos flavonoides, considerados antioxidantes. Isso quer dizer que eles minimizam os danos provocados por radicais livres a nossas células.

“Também tem um bom aporte de fibras, que auxiliam na redução do colesterol”, cita Thamyris. Essas benfeitoras, nunca é demais lembrar, ajudam o intestino a funcionar direitinho.

“A presença de vitamina C e de zinco são responsáveis por fazer dessa fruta uma aliada no reforço do sistema imunológico”, acrescenta Renata.

Na hora da compra

A casca da pitaya merece atenção especial. Isso porque não pode exibir qualquer machucado. Fora isso, deve estar firme. A coloração esverdeada significa que ainda não está bacana para consumo.

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Por outro lado, se o alimento amassa com facilidade ou está soltando líquidos, provavelmente já passou do ponto ou está estragada. “Se houver furinhos na casca, é possível que bichinhos tenham entrado no fruto”, alerta Renata, do Oba.

Como preservar a pitaya

Se estiver fechada, deixe-a em local fresco e seco – o tempo depende do seu tempo de amadurecimento. Após aberta, o ideal é que seja consumida logo, para evitar a perda de nutrientes.

Mas ela pode ser armazenada em ambiente refrigerado. “Na geladeira, a fruta dura de dois a três dias. Deve ser guardada em potes fechados ou sacos vedados”, ensina Thamyris.

Outra possibilidade é congelar a polpa por até três meses.

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Uma fruta versátil

Segundo Renata, a pitaya cai bem em preparações com iogurte, na elaboração de geleias e na salada de frutas. Na forma congelada, vira um saboroso picolé natural.

“Já com a casca dá para fazer chá em infusão. Ele é rico em antioxidantes e tem alto pode diurético”, garante a nutricionista do Oba Hortifruti

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