Foto: Reprodução

Uma pesquisa da Academia Brasileira de Neurologia aponta que 86,6% dos entrevistados já sentiram sono enquanto dirigiam em estrada. Desses, 40% afirmaram que fizeram zigue-zague com o carro por causa disso e outros 23,4% relataram que chegaram a sair da pista sem perceber.

Os perigos de dirigir com sono são alvo de uma campanha que acontecerá nas rodovias de São Paulo a partir desta sexta-feira (17). Com o slogan “Não dê carona ao sono”, ela terá ações em pedágios e em pontos de parada e descanso.

Para conhecer o comportamento dos condutores que acreditam que tenham problemas para dormir, a ABN entrevistou 495 pessoas por meio de questionário online entre fevereiro e o início de março.
A maioria afirmou que procura dormir entre 7 e 8 horas por dia, mas, na realidade, descansa somente por 4 a 6 horas. A insônia foi o distúrbio do sono mais apontado.

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Um dos transtornos do sono mais frequente, com prevalência de cerca de 33% na cidade de São Paulo, segundo a academia de neurologia, é a apneia obstrutiva do sono (AOS).
Nessa condição, a garganta relaxa durante o sono de forma a interromper a passagem de ar para os pulmões.

Imagem: dormindo com sono.
Reprodução

A pessoa precisa acordar brevemente para respirar melhor, voltando a dormir em poucos segundos. Essas interrupções podem se repetir mais de 60 vezes por hora, levando à fragmentação do sono.
Fadiga, sonolência diurna e déficit da atenção e da concentração, portanto, são consequências naturais e indivíduos com AOS apresentam risco até 7 vezes maior de acidentes.

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