Depois de querer criar e aprovar diversas leis que já existem, os nobres vereadores rondonopolitanos, que recebem no mínimo R$ 20 mil por mês para trabalhar para a população de Rondonópolis, resolveram “emplacar” a cidade.

A ideia não é ruim, mas talvez fosse melhor fazer campanhas educativas do que obrigar o contribuinte, na sua maioria pequenos empresários, a ficar gastando o pouco dinheiro que sobra no fim do mês com placas de advertência em seus estabelecimentos.

Não entendeu? Então vamos lá! Depois de tentar impedir que bares, restaurantes e afins fossem proibidos de colocar saleiros a mesa, o vereador Claudinho da Farmácia (PMDB), mudou a redação do seu projeto, que agora obriga os donos de estabelecimentos a afixar placas, em local visível alertando sobre os males que o sal em excesso faz a saúde.

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O vereador, também do PMDB, Adonias Fernandes, resolveu fazer um projeto para que os terrenos baldios sejam “emplacados” com dizeres que podem causar constrangimento aos seus proprietários.

E o mais absurdo de todos, o projeto de lei do vereador Beto do Amendoim (PSL), que obriga aos donos de estabelecimentos que tenham grande fluxo de pessoas, a exibir avisos em locais de fácil visualização informando que os idosos devem ser respeitados.

Tudo bem, todos têm lá seu valor, mas não seria muito pouco, fazer leis para cobrar uma coisa que faz parte do viver em sociedade? Não é pouco trabalho para quem recebe R$ 20 mil mensais? E não seria muito gasto, com luz, funcionários, papel, transmissão de sessões pelo rádio, tv, para no final cobrar da população questões que deveriam ser parte da educação recebida dentro de casa?

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Não se esqueça contribuinte, não adianta reclamar dos altos valores pagos aos vereadores, você também tem que fazer a sua parte, que inclui também, saber quem merece e quem não merece voltar para a Câmara nas próximas eleições.

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