Atividades como caminhar e subir escadas tornam-se um desafio quando as artérias do coração ficam entupidas. E, em boa parte dos casos, os médicos optam por uma cirurgia para acabar com o sufoco. Mas será que mais velhos não encaram mais riscos que benefícios diante dessa operação?

Como esse receio passa pela cabeça de especialistas e pacientes, o cirurgião cardiovascular Sérgio Almeida fez uma análise de 69 cirurgias do tipo realizadas em pessoas com mais de 80 anos no Hospital SOS Cardio, em Florianópolis.

“Concluímos que a idade em si não é um fator de risco. O índice de sobrevida foi de 100%”, conta. “A seleção dos pacientes é supercriteriosa e o procedimento e o pós-operatório estão mais seguros graças aos avanços tecnológicos”, arremata Ibraim Pinto, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.

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