E a Operação Convescote do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) ainda anda fazendo estragos no meio político estadual, mas, alguns equívocos aos poucos vão sendo esclarecidos é o caso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que de acordo com as primeiras informações teria tido inclusive servidores presos e seria um dos alvos de busca e apreensões.

No final da tarde de ontem (20) o presidente da AL, emitiu uma nota onde esclareceu os fatos, que ligavam o nome do Poder Legislativo estadual a operação.

“No primeiro dia que entrei, determinei a suspensão do contrato. A Faespe alegava que havia um débito a pagar, nós não pagamos. Estamos fazendo uma rescisão unilateral”, afirmou Eduardo Botelho (PSB), na noite de terça-feira, quando deixava a Assembleia Legislativa após suas atividades parlamentares. “Já havia certo buchicho, comentários, então nós decidimos e o Guilherme Maluf (PSDB), que é o primeiro secretário, concordou plenamente”, completou.

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Segundo ele, a rescisão ainda não foi completa devido aos trâmites jurídicos, mas Botelho garante que nenhum pagamento foi feito a empresa durante sua gestão como presidente da AL. Ainda segundo o deputado estadual, uma tomada de contas especial vem sendo realizada para, caso seja o caso, a Mesa Diretora exija ressarcimento de pagamentos feitos de forma indevida a Faespe.

Veja a íntegra da nota:

“Em resposta as notícias divulgadas pela imprensa sobre a Operação Convescote, desencadeada hoje (20) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO), a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) esclarece que:

1 – A sede do Parlamento estadual não foi alvo de mandado de busca e apreensão da operação mencionada.

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2 – Não foram cumpridos mandados de prisão contra servidores do Poder Legislativo durante a operação.

3 – A Mesa Diretora se coloca à disposição da Justiça para quaisquer esclarecimentos.

4 – Na atual gestão, que se iniciou em 02 de fevereiro de 2017, não foi investido nenhum recurso dentro do convênio.

5 – Informa ainda que todas as informações relacionadas ao convênio estão disponibilizadas no site da Assembleia Legislativa, através do seu Portal Transparência, conforme prevê a lei do acesso.

Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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