Com a intervenção do Diretório Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), em Mato Grosso, que já havia afastado toda a direção regional e na última semana entregou a presidência do Partido no estado, para o deputado federal Valtenir Pereira, muitos filiados têm atacado o presidente nacional e o recém empossado presidente Regional, Valtenir.

Um dos que mais tem exercido o seu direito de espernear é o deputado federal, Adilton Sachetti (PSB), chamando inclusive o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, de “ditador” e o acusando de “safadeza”.

Acontece que em um passado não muito distante, o próprio Sachetti, utilizou deste mesmo expediente, quando entregou a direção do PSB em Rondonópolis, ao seu pretenso candidato a prefeito e empresário Adelino Bissoni e sua filha Astrid Sachetti.

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Na época alguns militantes, como agora,  chamaram a atitude de Sachetti de ditadura e deixaram o Partido, como foi o caso do empresário Jamílio Andozino, que era o presidente do PSB em Rondonópolis, antes de ser praticamente expulso da sigla.

O tempo passa, o tempo voa, e agora Sachetti, bebe do próprio veneno ao ver que a direção nacional praticamente o expulsou junto com outros membros do PSB, da mesma que ele fez em 2016 antes das eleições em Rondonópolis.

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