Mais uma vez o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) convoca os/as profissionais da educação para participarem da Greve Geral, nesta sexta-feira (30 de junho), em protesto contra a ameaça de aprovação das Reformas Trabalhista e da Previdência. Juntos a classe trabalhadora pede Fora Temer e Diretas Já!
As centrais sindicais coletivamente realizarão mobilizações em todo o país e, em Mato Grosso terão Atos Públicos municipais e Ato Cultural em Defesa da Democracia e dos Direitos dos/as Trabalhadores/as, a partir das 15 horas, na Praça Ipiranga, em Cuiabá.

Aprovada na calada da noite de quarta-feira (28.06) pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado, por 16 votos favoráveis e 9 contrários, a ameaça da Reforma Trabalhista está se materializando. Diante da falta de compromisso da maioria de deputados e senadores com a população brasileira, milhões de trabalhadores e trabalhadoras sairão às ruas para expressar sua indignação com os políticos que apoiam o golpista Michel Temer contra a sociedade brasileira.

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Os/as trabalhadores/as mato-grossenses precisam agir para além de marcar presença nos Atos de protestos. Devem pressionar os representantes do estado no Senado Federal, que reiteradamente têm negado apoio à classe trabalhadora. Ontem, durante a votação da CCJ, o Senador Cidinho Santos (PR-MT) foi um dos que votou pela aprovação da Reforma Trabalhista. “Precisamos deixar uma mensagem aos políticos que votarem contra o direito da classe trabalhadora não voltarão ao governo nas próximas eleições, pois a população não votará neles”, destaca o presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes do Nascimento.

Entre os senadores de Mato Grosso estão ainda José Medeiros (PSD-MT) e Wellington Fagundes (PR-MT). Ambos precisam ser cobrados. As mobilizações quer sejam por mensagens ou nas ruas deverão mostrar a contrariedade de cada um e cada uma sobre as reformas apresentadas, pois elas retiram direitos consolidados, que asseguram conquistas aos trabalhadores/as.

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“Aprovar a reforma trabalhista significará tirar da classe trabalhadora direitos como recebimento do 13° salário, férias, FGTS, licença maternidade, horário de almoço, descanso remunerado. Será mais um golpe na população brasileira”, conclui Lopes.

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