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Desde os primeiros relatos de casos de Transtornos Alimentares (1694), esse percentual só vem aumentando, e são doenças psiquiátricas muito mais sérias do que as pessoas imaginam. Essas doenças são caracterizadas por profundas alterações no comportamento alimentar, disfunções no controle de peso e imagem corporal levando á sérios prejuízos clínicos psicológicos e de convívio social.

E você por acaso se identificou com alguma característica a cima? Nos dias de hoje se transformou em rotina no cotidiano das pessoas e infelizmente influenciadas e apoiadas por condutas de profissionais da área da saúde.

De acordo com a Nutricionista Patrícia Ceolin existem várias distorções cognitivas e a “rotulagem” de alimentos como: “bomba calórica”, “pecado”, “veneno”, “gordice”… e assim vai sendo ditas e criadas todos os dias.

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“Hoje em dia as pessoas tem uma grande dificuldade em comer em situações sociais, pois, não sabem os ingredientes que fazem parte das preparações alimentícias, fazendo com que saia de sua “dieta” restritiva ou por vergonha ou por medo de engordar pois, muitas vezes são alimentos ditos como “engordativos”. Levar sua própria comida para um evento, você acha isso normal? (claro, existem casos raros de intolerâncias, alergias ou patológicos)”, aponta Ceolin.

Existem muitas crendices e modismos por trás da alimentação e nutrição, a raiva por sentir fome, o uso do alimento para sanar suas emoções abalam a vivência social, emocional e comprometem de maneira direta as escolhas alimentares.

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Ainda segundo a Nutricionista Patrícia Ceolin Rigidez de pensamentos, dicotomizar sobretudo os alimentos, separa-los em permitidos e proibidos; saudável e não saudável, julgamentos alimentares, sentimento de culpa, pesar seus alimentos antes de consumi-los??? Sim isso são desafios a serem vencidos diariamente por Nutricionistas e pacientes com Transtornos alimentares.

Procure um profissional habilitado, sério e ético para te auxiliar no processo de mudanças no Comportamento Alimentar.

 

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