Ficam arquivadas no cartório fotos do animal em casos de perda, por exemplo - Foto: Reprodução
Ficam arquivadas no cartório fotos do animal em casos de perda, por exemplo – Foto: Reprodução

Donos de animais domésticos agora podem obter o registro de guarda, uma espécie de certidão de nascimento, dos bichos que muitas vezes são tratados como integrantes da família. O documento passou a ser oferecido no Cartório do 1º Ofício, em Boa Vista, e pode até ter o sobrenome dos guardiões para provar o ‘parentesco’.

Com 6 anos, Gaspar, um cão sem raça definida, foi o primeito pet da capital a ter o ‘Identpet’, como também é chamado o registro de guarda.

O documento foi emitido no nome da Yawara, uma associação de proteção animal, mas levou o sobrenome da estudante Letícia Lapóla, que a partir de agora assume a guarda dele.

Letícia é uma das voluntárias da Yawara e se apegou a Gaspar em uma das ocasiões em que visitou o abrigo, por isso resolveu adotá-lo. Para a estudante, que também é dona de outros três cães, o registro dá segurança ao dono e se torna algo que ‘ninguém pode tomar’.

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“É uma maneira de provar que o animal é nosso, até porque eu considero os animais como membros da família. Me sinto mãe deles. No meu coração o Gaspar já era registrado. Hoje foi só a oficialização”, disse.

O ‘Identpet’ é emitido com o nome do animal, raça, cor, tamanho, data de nascimento e o nome do dono. Caso o bicho tenha cicatrizes ou outras características, essas informações também são acrescentadas ao documento.

No cartório, segundo explicou o tabelião Josiel Loureiro, ficam arquivadas fotos do animal em casos de perda, por exemplo.

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