Imagem: Medeiros
Senador José Medeiros ontem no plenário  – Foto: reprodução

A votação do texto principal da reforma trabalhista do Senado de ontem (11) foi um tumulto que durou cerca de 7h com direito a ‘ordem’ de corte do microfone e da energia. E teve um senador de Mato Grosso que se envolveu diretamente na discussão e chegou a pedir punição por quebra de decoro parlamentar.

Tudo começou quando as senadoras da oposição ocuparam a Mesa do Senado impedindo que o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB) se sentasse. Por isso ele pediu que fosse desligado o microfone e as luzes e só voltou tudo ao normal e ocorreu a votação após os dois grupos entrarem em um acordo.

A ideia era retardar a reforma trabalhista para que se votasse apenas após o recesso parlamentar. A oposição exigia votar um destaque no texto que retira o direito de mulheres grávidas em fase amamentação. Para a oposição não houve oportunidade para debater a questão.

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Em meio a esse tumulto, o senador de Mato Grosso, José Medeiros (PSD), saiu colhendo assinaturas contra as senadoras alegando quebra de decoro parlamentar. Ao todo ele conseguiu 15 assinaturas e representou no Conselho de Ética.

Depois da queda de braço, os aliados do Governo comemoraram porque conseguiram uma votação de 50 contra 26 da oposição.

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