Organização de defesa dos animais estima que marfim apreendido deve ter custado a vida de pelo menos 720 elefantes - Foto: REUTERS/Bobby Yip
Organização de defesa dos animais estima que marfim apreendido deve ter custado a vida de pelo menos 720 elefantes – Foto: REUTERS/Bobby Yip

Autoridades alfandegárias de Hong Kong anunciaram nesta quinta-feira (6) que confiscaram a maior quantidade de marfim na ilha em três décadas, após a descoberta de 7,2 toneladas de presas com um valor no mercado perto de US$ 9 milhões, segundo informações da agência Reuters.

A carga estava escondida em um contêiner de 12 metros sob caixas de peixe congelado que vinham da Malásia. De acordo com o grupo de preservação WildAid, o marfim deve ter custado a vida de pelo menos 720 elefantes.
De acordo com a EFE, o produto foi confiscado esta terça-feira (4) durante um controle rotineiro no porto de Hong Kong.

Os agentes alfandegários detiveram um homem e duas mulheres, funcionários de uma companhia comercial de Hong Kong que, se forem considerados culpados, poderiam pagar uma multa de US$ 5 milhões e pegar uma pena de prisão de até sete anos.

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As autoridades do país agora investigam qual era o destino final da mercadoria, possivelmente algum país próximo da ilha.
A WildAid, que tem como objetivo eliminar o comércio ilegal de fauna e vida silvestre, assegura que Hong Kong está entre os maiores mercados varejistas mundiais de marfim e estima que 90% de todo o marfim que chega à China passa pelo território.

 

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