De janeiro a junho deste ano, Mato Grosso registrou aumento no casos registrados de febre chikungunya, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), os casos quase dobraram em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram registrados 2,7 mil casos da doença em 2017. No ano passado, 1,3 mil registros foram feitos pelo governo.

Em contraponto, os casos de dengue despencaram. De 26,7 mil casos registrados em 2016, o número caiu em 2017 para 9 mil casos. O vírus da zika também apresentou queda. No ano passado 24,3 mil pacientes tiveram a doença. No mesmo período deste ano, 2 mil casos foram registrados.

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Para a professora da Universidade Federal de Mato Grosso, Rosina Miyazake, que é doutora em insentos, o aumento significativo dos casos de chikungunya é relacionado ao contato com a doença.

“Muitas pessoas ainda não tiveram contato com a chikungunya. Agora, essas pessoas estão sendo atingidas pelo vírus. A tendência, se continuar com a falta de cuidado com os criadouros, é que os casos aumentem”, afirmou.

O professor João Félix afirmou que não descuida do quintal. “O problema é que o ser humano só cuida quando tem a doença. O mosquito, porém, não respeita o muro. Todo mundo tem que cuidar”, disse.

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